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Estratégia

GAMES: ESTRATÉGIA E AÇÃO PARA O MERCADO GAMER

Por André Geniselli

Publicado em 06/10/2017 às 15:20

JOGO ABERTO: ESTRATÉGIA E AÇÃO PARA O MERCADO GAMER

Um bilhão e trezentos milhões de dólares. Segundo dados do último relatório global da Newzoo, consultoria holandesa especializada no segmento gamer, essa é projeção de faturamento para o setor de games em 2017, no Brasil. E isso pode ser ainda melhor.

 

Responsável por aproximadamente 1/4 da receita total da América Latina, o mercado de jogos eletrônicos do Brasil tem crescido exponencialmente nos últimos anos. De acordo com o levantamento “2016 - Global Games Market Report”, elaborado pelos holandeses da Newzoo, o ecossistema brasileiro é, hoje, o 12º colocado no ranking mundial de vendas do setor gamer. A projeção para este ano é que nosso país acumule pouco menos de 1,3 bilhão de dólares em receitas.

O relatório mostra, ainda, uma informação importante: quase 40% de nossa população deverá usar alguma plataforma de jogos eletrônicos, em 2017. Isso quer dizer, em outras palavras, que aproximadamente 80 milhões de brasileiros estão de olho aberto para um mercado que, de fato, não para de crescer. E é hora de sua revenda também olhar para ele.

E a melhor notícia desse cenário é que a lista de oportunidades em torno desta área é tão grande quanto o potencial do próprio mercado de jogos. A Abragames (Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais), por exemplo, aumentou seu faturamento em mais de US$ 18 milhões nos últimos anos – e a quantidade de desenvolvedoras nacionais cresceu quase 900% desde o início da década.

Ou seja: temos mais jogos, telas, formas de geração de receita e, para quem revende produtos e soluções, isso quer dizer mais opções para se trabalhar. Além do tradicional comércio de jogos e consoles, por exemplo, há uma gama cada vez maior de componentes e acessórios pensados especificamente para os entusiastas e jogadores ocasionais e que podem ser incluídos no mix de ofertas do canal.

O que as companhias estão fazendo para aproveitar esse cenário?

Em termos globais, o universo Gamer planeja crescer rapidamente a curto prazo. Para tanto, a indústria tem trazido uma série de novidades apoiadas em conceitos como Realidade Virtual, Computação em Nuvem, Streaming e Mobilidade que focam em formas de satisfazer os usuários em todas as possíveis demandas de consumo.

Neste cenário, um dos principais nomes é a AMD. Trabalhando em diferentes níveis de desenvolvimento de produtos e propriedade intelectual destinados ou relacionados com jogos e entretenimento, a companhia produz, entre outras tecnologias, os componentes que impulsionam consoles como o Xbox One, da Microsoft, e PlayStation 4, da Sony. “O segmento de processadores gráficos usados nas placas AMD Radeon ou versões corporativas, como a Radeon Instinct, são muito importantes para nossa organização e representam cerca de 40% do faturamento da empresa no segmento de componentes para o canal”, fala Roberto Brandão, country manager da AMD Brasil.

O executivo avalia que, nesse ambiente, duas questões são indispensáveis: o processamento e a interatividade. “Sistemas de jogos colaborativos e streaming continuarão em alta, exigindo componentes mais poderosos. Esperamos também uma popularização crescente dos equipamentos e principalmente conteúdo em software ou multimídia para realidade virtual”, conta.

 Para Brandão, o mercado de games nacional tem amadurecido como um todo, desde a parte de esportes eletrônicos até o consumidor entusiasta, passando também por estúdios de desenvolvimento de games locais. “Temos visto que o brasileiro tem investido mais na hora de montar seu PC gamer, comprando sistemas mais elaborados e de alto valor agregado em componentes e software”, diz o executivo, salientando que, para a AMD, o Brasil é um mercado muito importante, não apenas por estar entre os 10 maiores consumidores de componentes para PC no mundo, mas também por ter uma cultura bastante sólida de gaming e e-sports.

Segundo Alexandre Jannoni, country manager da Western Digital no Brasil, o mercado de games no Brasil é um dos mais promissores do mundo e os PCs é a plataforma mais popular entre os jogadores. “Segundo pesquisa da NPD Group (consultoria que ajuda varejistas e fabricantes a identificar as tendências de mercado), 82% dos brasileiros jogam pelo menos um jogo on-line e 47% o fazem de seus computadores pessoais. Ciente disso, a Western Digital, empresa líder em tecnologia de armazenamento, valoriza o poder que suas soluções tem para alavancar o segmento de jogos”, conta.

Por isso, a expectativa é que o mercado de hardware para PC Gamer siga crescendo. “Nesse contexto, a  WD pretende continuar investindo em soluções de armazenamento que tragam, além de capacidade, alto desempenho e velocidade para os PC Gamers”, acrescenta Jannoni. “Queremos continuar mostrando para os gamers o poder de nossos HDs e SSDS para melhorar a experiência de jogo”, completa.

Tanto a WD quanto a SanDisk, empresa que recentemente foi adicionada ao comando da WD, atuam com o fornecimento de SSDs projetados para PCs de jogadores, sejam especialistas  ou amadores. “Sob a marca SanDisk, temos o Sandisk Extrem Pro SSD, que oferece um desempenho profissional para jogadores sérios e profissionais de mídia, além do SanDisk Ultra II, que proporciona velocidade a todos os consumidores que buscam aumentar a capacidade de seus PCs”, afirma Jannoni. Nessa linha, a SanDisk também patrocina a PaiN Gaming, a maior equipe de esportes eletrônicos da América Latina, presente em vários campeonatos.

O fato é que o desenvolvimento da “cultura gamer”, com o aumento contínuo do número de entusiastas e soluções para jogos de PC, tem demandado também a expansão de outros componentes ligados à experiência do usuário. “Enxergamos o cenário de games com ótimas tendências para crescimento no Brasil mesmo com o momento de instabilidade na economia do país. Os lançamentos de games estão exigindo cada vez mais que o PC possua uma placa de vídeo para poder tirar proveito da melhor experiência no game”, analisa Richard Cameron, country manager da NVIDIA Brasil.

“Hoje, o PC é a plataforma preferida de games dos brasileiros, por conta dos jogos exclusivos, pela facilidade de upgrade e pelo custo X benefício”, continua o executivo, lembrando que um jogo para PC custa menos do que em qualquer outra plataforma de videogame e oferece os melhores gráficos e experiência de jogo, com quadros de animação suaves e diferentes resoluções.

Cameron destaca que  GeForce GTX é a escolha número 1 dos gamers pelo mundo, devido à performance e enorme variedade de tecnologias exclusivas e benefícios que NVIDIA oferece aos jogadores, desde casuais aos profissionais. “A NVIDIA preza por sempre oferecer as placas mais rápidas do mercado, não só com a promessa de possuir a placa mais potente entre todas, mas também oferecendo as melhores opções em todos os segmentos do mercado e tecnologias exclusivas como: GeForce Experience, Shadowplay, GameWorks, SLI, Surround, G-Sync, Ansel, Game Ready Driver e muito mais”, ressalta o executivo.

Raphael Peterson, account manager Brazil da Corsair, acrescenta, nessa visão, que o mercado de desktop será definido, boa parte, pelos games. “O segmento gamer, com toda certeza, é o único que dita as regras do futuro dos periféricos e componentes. Isso porque até mesmo um videogame, hoje, é um computador que demanda alto processamento e acessório”, avalia. Atualmente, a área de jogos é responsável por cerca de 20% de todo o faturamento da marca no mercado interno.

Mais do que isso, o segmento gamer tem trazido resultados com mais de 100% de crescimento em todas as linhas cobertas pelo portfólio da empresa no país. O segredo para isso? Segundo a Corsair, é o trabalho em acompanhar as tendências e demandas dos jogadores como parte de sua estratégia de atuação no setor. “Nós nos preocupamos com todos os detalhes para atender aos gamers. Posicionamento de botões, quantidade de cliques em um mouse, tempo de resposta, cores, conforto... Não adianta nos importamos apenas com a estética de um produto e esquecer todo o resto”, destaca Peterson.

Ainda nesse quesito, vale ponderar que os acessórios são outra categoria de mercado que tem crescido de forma vertiginosa com a valorização do chamado User Experience (UX) dos games. “Os estudos acerca do mercado brasileiro mostram que 56% dos jogadores brasileiros investem em jogos e acessórios, sendo um mercado de grande representatividade”, pontua Antônio Nascimento, gerente de produtos da Dazz.

Com linha de produtos que vai desde os teclados e mouses até às cadeiras premium, a fabricante tem investido pesado no mercado brasileiro. “Desde o lançamento da linha em 2010, nosso grande propósito foi oferecer uma solução completa, e acreditamos que a entrega de produtos com vantagens comparativas, realmente voltados para gamers, mantém o nosso diferencial e credibilidade de marca perante aos nossos concorrentes”, conta Nascimento. Atualmente, a linha para games representa 10% de todo o faturamento da marca – e a expectativa é elevar esse resultado a aproximadamente 15% no próximo ano.

Outra empresa que tem crescido nesse ambiente é a Logitech. “Hoje a Logitech tem produtos que atendem desde o gamer esporádico e iniciantes até os jogadores profissionais. Dessa forma, estamos presentes na comunidade como um todo. Continuamos investindo em pesquisa e desenvolvimento sempre de mãos dadas com jogadores, o que resulta em produtos excelentes que se encaixam perfeitamente às necessidades dos gamers”, fala Jairo Rozenblit, presidente da Logitech no Brasil.

A meta da companhia é permanecer próxima da comunidade gamer brasileira e latina, a partir da participação de eventos em todo o globo. “Depois da Ásia, diria que a América Latina representa um dos mercados de crescimento mais rápido para nós”, agrega.

A soma de processamento, componentes e acessórios tem sido usada, também, por grandes fabricantes de PCs, como a Lenovo, que recentemente anunciou a expansão dos investimentos em seu portfólio gamer, com duas novas configurações do notebook Legion Y720 produzidas na fabricada,  em Indaiatuba, no interior de São Paulo.

Luis Sakuma, gerente sênior de Produto da Lenovo Brasil, acredita que o processo de atendimento aos entusiastas precisa ser feito de forma prática e constante e, por isso, a nova aposta da companhia deverá ampliar o retorno com o segmento. “A produção local nos dará mais flexibilidade e alcance para atender esses consumidores de perfil exigente, que buscam performance com mobilidade e design sofisticado”, diz o executivo.

Segundo o gerente, as novas opções contam com suporte para realidade virtual (VR), maiores cuidados com áudio e imagem e aplicações específicas para atender o cenário gamer, sobretudo em relação às experiências imersivas. Além das novas configurações do Legion Y720, no entanto, a empresa também vem apostando em acessórios voltados ao público entusiastas, com a inclusão de novos headsets e mouses especializados, entre outros equipamentos.

Como essas novidades chegam para sua loja?

Um trabalho especialmente importante para cobrir o consumo de jogos ao redor do país é o da distribuição de tecnologia. Diversas companhias, hoje, contam com unidades especialmente projetadas para atender e antecipar as tendências do segmento, com o objetivo claro de diminuir o intervalo entre os lançamentos (cada vez mais frequentes) e a chegada real às prateleiras físicas e virtuais.

Exemplo desse trabalho é a atuação da Agis. “Estamos desenvolvendo nosso portfólio de forma constante, investindo em novidades para o público e para levar conhecimento ao canal, por meio de ações junto de diversos parceiros”, conta Camila Rabelo,  diretora Comercial e de Marketing da Agis. A executiva conta que a expectativa é ampliar as opções em torno dessa área, ainda mais diante da importância em termos de volume de vendas e procura que o segmento traz às revendas. “Ao analisarmos esse campo, vemos que o número de vendas de jogos, consoles, acessórios — principalmente da linha de PC Gamer e seus componentes — tem crescido ano após ano.  

“Hoje, o faturamento com o mercado de games ainda tem uma representatividade pequena diante do total que é acumulado pela distribuição. Mas é importante lembrar que este ambiente é responsável direto por pelo menos 25% das vendas de componentes, no geral”, conta a diretora.

Para os próximos anos, Camila avalia que a tendência deverá seguir o movimento de alta atual. “Podemos esperar o mercado voltado à multiplataformas, onde o usuário gamer poderá jogar em diversos “devices” além do seu usual PC ou console. Esperamos também uma continuação deste caminho para as vendas de processadores, placas de vídeo, memórias e dispositivos de armazenamento de alta performance, que proporcionam maior velocidade e qualidade ao rodar os jogos”, observa.

Marcel Lírio, gerente de Marketing da Handytech, por sua vez, deixa claro que o mercado deverá não apenas crescer, mas também exigir cada vez mais diferenciação por parte das revendas e fabricantes. “É perceptível a evolução do mercado gamer no Brasil. É um universo cada vez mais profissionalizado, com o surgimento de ligas profissionais, com a estrutura das equipes e a transmissão ao vivo por grandes redes de TV fechada, inclusive com a criação de canais exclusivos. Isso tudo dá uma ideia do nível de importância que tem esse mercado. Com toda essa mobilização, a tendência é de que esse mercado se consolide como um dos mais importantes para o segmento de TI”, sinaliza o executivo.

Para atender esse cenário, a companhia de distribuição com sede na Bahia aposta em um portfólio robusto e amplo. “Temos apostado em diversificar nosso mix, buscando ter uma grande variedade de produtos que atendam aos mais distintos“bolsos”. A popularização dos e-sports tem atraído os mais diversos públicos, com isso é fundamental que tenhamos, não apenas variedade de produtos, mas também fornecedores com posicionamento de preços diferentes”, fala.

Atualmente, o grupo conta com produtos Steel Series, HyperX e Corsair, além de itens de marcas como Cougar, Marvo-Scorpion e Xtrike. “Com isso, podemos atender os mais diferentes perfis de consumidores”, diz o gerente analisando, inclusive, que essa variedade deve estar em pauta também para as revendas.

O que não quer dizer, porém, que a loja deve ter um mix absolutamente diverso. “Para os canais gamers, nem sempre é necessário ter produtos para todos os perfis. A partir do momento que a revenda sabe qual o perfil do seu público fica mais fácil trabalhar de forma assertiva. Também é importante a criação de ambientes de degustação tanto para estimular os entusiastas a experimentarem as novas tecnologias quanto para introduzir novos usuários nesse mundo.

De que forma é possível entender o público-alvo?

O cenário dos jogos eletrônicos é marcado pela agilidade nas transformações. A tendência atual, por exemplo, indica para os novos gadgets de VR, soluções streaming e as já consolidadas opções para PC Gamers. No entanto, há um ponto que não sofre qualquer tipo de alteração e, ainda assim, deve ser visto com extrema cautela por parte dos canais: os clientes.

“Enxergamos o mercado gamer, tanto em PC quanto para notebooks, com ótimas tendências. Essas tendências precisam ser muito bem entendidas pelo canal. É nosso papel transferir todo este conhecimento para que o canal identifique as oportunidades e transforme em vendas, tanto o upgrade do computador como a solução completa. Para o aumento na receita, sugerimos entender o mercado Gamer e também o jogador que vai procurar o produto”, pontua Cameron, da NVIDIA, completando que as oportunidades são imensas no segmento, não só em placa de vídeo, mas também para todo o ecossistema de periféricos que está ligado a este mercado.

 Quem também salienta a importância de se conhecer clientes e produtos é Jannoni, da WD e SanDisk. “A recomendação é entender as demandas dos nossos consumidores e conhecer muito bem o nosso portfólio para poder oferecer os produtos mais adequados as necessidades de cada um, e assim agregar valor e gerar lealdade do público”, fala.

Peterson, da Corsair, por sua vez, diz que o segredo para se sair bem com esses públicos é a capacidade de entender as novidades. “Posso parecer repetitivo, mas a dica para os lojistas deste ramo é para se manterem atualizados, sempre. O público gamer é totalmente sintonizado com as novidades do mercado. Os clientes pesquisam, analisam e conferem tudo. Ou seja: ter uma equipe bem treinada é fundamental para conquistá-los”, resume.

Com esse conhecimento, ficará mais fácil mostrar como e porque sua revenda é a melhor opção para os clientes finais. “Os canais devem trabalhar para agregar valor à oferta, sempre. Principalmente agora, com o advento do modelo de negócios de lojas virtuais no Brasil, a disputa por menor preço tem dificultado a atuação das revendas. Cada vez mais, as lojas devem fidelizar seus clientes com melhor atendimento, conhecimento do produto e adequação às necessidades dos clientes”, observa Brandão, da AMD.

“Revendas tem uma vantagem muito grande em relação ao tempo de entrega do equipamento, por exemplo. Portanto ter diversidade e conhecimento do produto no estoque é uma peça fundamental para melhor atender”, finaliza.

Nascimento, da Dazz, complementa que o mercado eletrônico não deve ser visto como algo a ser atacado pelos canais. A ideia é usar, também, esse meio para aumentar sua presença junto aos clientes. “Acreditamos que 70% das vendas desse segmento aconteçam via e-commerce, mas as lojas físicas seguem sendo extremamente importantes para o nosso negócio. Sobre as revendas, nós acreditamos que apostar em Players com tradição e confiabilidade no mercado, com elevado nível de produtos e prestação de serviços, vão levá-las a gerar mais receita”, diz.

O gerente completa, ainda, dizendo que a meta da Dazz é se manter em contato com os parceiros, fazendo um trabalho amplo de prestação de serviços em Marketing e Trade. “Nós acreditamos no método win-win (ganha-ganha), com foco em parcerias de grande prazo e não de simples oportunidades de negócios”, descreve.

Cada vez mais amplo e pulverizado em diversas opções, o mercado de jogos eletrônicos está em alta e não é por acaso. Afinal de contas, ele reúne tecnologia, inovação e entretenimento para seu público. Mas lembre: para subir de nível, o melhor a fazer é investir em estratégia e conhecimento. Você, mais do que ninguém, pode ganhar muito com boas ações nesse jogo verdadeiramente real.

Números e dicas para sua revenda subir de nível:

• A expectativa é que quase 80 milhões de brasileiros utilizem jogos pelo celular, console ou computador, no Brasil, em 2017;

• Aproximadamente 56% desse total estão dispostos a investir em produtos relacionados ao setor;

• Além dos tradicionais games e consoles, a indústria está otimista em relação a outros componentes, como placas de vídeo e rede, e acessórios especiais;

• Nos próximos anos, o número de aplicações e dispositivos ligados a VR, Streaming e Mobile deverá ser ainda maior (e mais rentável);

• Antes de montar seu estoque, conheça bem seu consumidor-alvo;

• Aposte em parcerias e no conhecimento de sua equipe.

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